segunda-feira, 14 de agosto de 2017
sexta-feira, 21 de julho de 2017
Um dia serei Jepp!
Quando tinha quatro anos eu vi um jeep a pedal que passou a ser um dos meus sonhos mais perfeitos. Mas naquela época meu pai não o adquiriu do vizinho que queria o vender porque meu irmão era muito pequeno e para que eu não ficasse "tendo ideias", ou o que quer que o equivalha.
E eu não me importaria em ter nascido homem se fosse preciso para ter aquele jeepzinho verde-oliva...
Montei um barco em uma escada deitada no chão mas era horrível não sair lugar para poder preservar o itinerário mental quando eu estava viajando pelos mares do mundo e alguém insistia em ficar de dedo em riste, rindo da minha idiotice, sentada numa escada de pintar parede.
sábado, 20 de maio de 2017
PRESERVE, PROTEJA E AME A SUA FAMÍLIA - POR OLAVO DE CARVALHO
O título é muito justo e a postura de Olavo de Carvalho é a minha. Parece que somos influenciáveis.
Desde que somos influenciáveis, e as crianças e jovens maleaveis na sua primeira infância - como diz o médico no filme O Quarto de Jack: plásticos - são o tesouro do mundo, ouro a profusão, que se bem trabalhado edificará a era dourada da humanidade.
Mas conheço uma escola de segundo grau em que os jovens são estimulados a vestir-se e interpretar o sexo contrário no "dia da troca" e as melhores performances merecem maior nota. Tive filha estudando lá.
Escola admite coordenador pedagógico com menos de trinta anos e evidente crise de identidade que flagro com problemas de conduta, mentindo e criando situações de crise para prevalecer sobre aluno de quinta série.
Tive filho estudando lá.
E segue o bonde...
Assim como tive alunos e professores gays - com os quais adorei conviver, tenho parentes e amigos homossexuais, transsexuais e redefinidos quanto ao gênero e gosto deles, por ser artista somos muito afinados, quando estão por perto são sempre meus melhores amigos, sou solidária com suas lutas, mas nenhum deles luta, ao menos que eu saiba uma luta suja. Desta mesma forma quero que quem é hétero seja respeitado e não praticamente forçado a experimentar no educandário que frequenta, a homossexualidade como opção, já que estes mesmos educandários deixam de fora de sua "preparação para a vida" milhares simulações de opções de conduta, privilegiando mesmo a da troca de opção sexual ao ponto de tornarem-se as crianças de formação hétero, assediadas e alvo de preconceito por parte inicialmente dos professores e depois dos colegas, se não fingirem que podem, sim, vir a se transformar, um dia, quem sabe.
E neste fingimento aquela turma cuja formação acompanhei floresceu em homossexualidade como nenhum outro grupo que jamais tive conhecimento.
Agora, alguns deles já entraram na fase do arrependimento da experimentação. Tudo é normal, mas não é legal ser assediado e manipulado em experiência de implantação de programa através dos professores, e tornar-se vítima de situações da qual poderiam ter sido protegidos se os pais ou responsáveis pudessem estar mais atentos.
Tenho conhecidos e amigos gays casados que adotaram crianças, são intelectuais e não creio que vão educar seus filhos com a meta de serem homossexuais. Isso é tão somente programa de alteração sociológica, jamais familiar.
O objetivo fica livre para cada um ponderar.
Veja o vídeo do Olavo de Carvalho e leia meu texto e não o comente com ninguém, os homossexuais reais sofrem muito preconceito ainda, são almas delicadas que no meu entendimento e espiritualidade, sim, vieram em corpos trocados para experienciar um karma, dependendo do merecimento, um darma, talvez...e são vítimas de crimes hediondos diariamente, minha ponderação não pode servir para exacerbação, somente para reflexão e atenção redobrada sobre os programas experimentais que não autorizamos e têm nossos filhos como vítimas. Nós, os héteros também não gostamos de ser vitimas e de que nossos filhos sejam violados em seus direitos por arte dos mestres aos quais delegamos sua educação formal e proteção no momento em que estão na escola.
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Vem!!
Eu não tenho vergonha do meu passado, mesmo quando passei mal e especialmente quando passei mal. Eu não procurei por isso, apenas fui vítima. E sempre soube, nunca fui vítima desavisada, quando estava sendo vítima, sabia, e sabia quem acompanhava sadicamente sem estender a mão, e não culpo ninguém. No final fazemos o que nossa natureza manda. A minha manda não esperar que o outro tenha o entendimento das consequências, que eu tenho; simples assim, mas eu sempre eu, eu teria muito a falar sobre o quanto passei mal, mas certamente tenho muita coisa boa e positiva a fazer para perder tempo com isso - eu não perco!
Se quiseres guardar fotos, gravações e filmes tristes dos meus momentos dolorosos, podes, quem está tentando te impedir? Ou querendo?
Não me sinto ameaçada porque guardas lixo, não, eu não!
Mostre a quem quiser, eu sofrendo, eu adoecida pelo sofrimento, pela violência que sofri.
Havemos de concordar que sempre visei o bem maior o do outro, o de quem estava comigo e a quem eu tinha que proteger.
Se quiseres guardar fotos, gravações e filmes tristes dos meus momentos dolorosos, podes, quem está tentando te impedir? Ou querendo?
Não me sinto ameaçada porque guardas lixo, não, eu não!
Mostre a quem quiser, eu sofrendo, eu adoecida pelo sofrimento, pela violência que sofri.
Havemos de concordar que sempre visei o bem maior o do outro, o de quem estava comigo e a quem eu tinha que proteger.
terça-feira, 21 de março de 2017
Hospital do Câncer de Barretos - São Paulo
Relaxada, serena e respeitada, torna-se mais colaborativa com a técnica de imagens que assim posiciona suas mamas com maior acerto e menor incômodo para a examinada.
Tudo isso é oferecido pelo Hospital do Câncer de Barretos, no interior de São Paulo.
Segundo o INCA - Instituto Nacional, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, a cada ano, 1,2 milhões de pessoas são diagnosticadas com a doença, que se detectada no estágio inicial, com o nódulo medindo menos de 1 cm, tem 95% de chances de cura.
domingo, 26 de fevereiro de 2017
A. Vivaldi - Cello sonatas RV40/42/46 - Roel Dieltiens (1991)
Som de feixes de varas
secas e olorosas
apesar de não
incenso.
O tecido que roça
a pele viva.
Há tanta tristeza em tudo; ainda assim, nasci
pela necessidade de ser reconhecida.
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